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Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

11 contra 11 - 6ª Jornada da Liga NOS

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A 6ª Jornada da Liga NOS teve início na sexta-feira e logo com um jogo grande da cidade do Porto, um Futebol Clube do Porto contra o Boavista Futebol Clube, no Estádio do Dragão. O jogo começou melhor para o Boavista que aos 5 minutos marcou na sequência de um livre, no entanto o golo marcado por Henrique parece ser irregular visto que o jogador se encontrava à frente do último defesa da equipa adversária. No entanto, os Dragões reagiram, e numa jogada de insistência André Silva acaba por marcar aos 18 minutos, o cruzamento foi de Otávio. Aos 41 minutos, na sequência de uma falta dentro da área sobre Otávio, André Silva acabou por fazer o 2 a 1 para o Porto. Depois disso pouco mais houve a registar do que algumas tentativas de ambas as equipas visarem a baliza adversária, excepção ao minuto 86 em que Alex Telles realizou um cruzamento para a área e o guarda-redes do Boavista não conseguiu segurar a bola e esta acabou dentro da baliza, antes do golo houve tempo para Diogo Jota sofrer falta dentro da área, mas o árbitro não assinalou a respectiva grande penalidade. A arbitragem de Nuno Almeida e da sua equipa não foi boa, tendo errado no golo do Boavista e não marcando algumas faltas, nota 5 porque acabou por não ter influência no resultado.

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O segundo dos três grandes a entrar em campo, foi o Sporting que recebeu em sua casa, no Estádio Alvalade XXI, o Estoril, também na sexta-feira. Neste jogo tivemos um Sporting Clube de Portugal desde muito cedo a tentar visar a baliza do adversário. No entanto, só ao minuto 13 é que o Sporting inaugurou o marcador depois de um cabeçeamento espectacular de Bas Dost a cruzamento de Gelson Martins. As oportunidades iam-se sucedendo, mas não eram concretizadas, sendo ao intervalo o resultado de 1 a 0 para o Sporting. Mas, ao minuto 59, após um canto, numa má saída de Moreira, Coates aproveitou para fazer o 2 a 0. Aos 62 minutos Bas Dost bisou na partida, fazendo o 3 a 0 para o Sporting, num lance muito bem construído pelo Sporting. Aos 84 minutos o Estoril reduziu por intermédio de Bruno Gomes. Aos 91, o reforço André faz o 4 a 1, depois de um belo cruzamento de Bryan Ruiz. Para terminar, aos 93 minutos Bruno Gomes volta a marcar, bisando no encontro e estabelecendo o resultado final de 4 a 2 para o Sporting. Depois de tanta discussão em torno do árbitro deste jogo, a arbitragem de João Capela foi tranquila, para ele nota 7.

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Por último, entrou em campo o Benfica, no sábado contra o Chaves, recém promovido e a fazer um excelente início de época. Por isso, adivinhava-se um jogo difícil para os tricampeões nacionais no Estádio Municipal Engenheiro Manuel Branco Teixeira. Avisado dessas dificuldades, o Benfica acabou por entrar melhor, e aos 17 minutos podia estar a ganhar, não fosse duas boas intervenções do guarda-redes do Chaves, António Filipe. Nesse mesmo minuto, a bola acaba por entrar na baliza do Benfica, no entanto o árbitro decide anular o golo por entender que o jogador do Chaves está à frente do último defensor do Benfica, decisão essa errada, visto que Rafael Lopes se encontra atrás do último defesa do Benfica, Ljubomir Fejsa. Ao minuto 37, Mitroglou introduz a bola na baliza do Chaves, no entanto o árbitro invalida. Mais uma vez, decisão errada, Mitroglou está em linha com o último defesa do Chaves, Felipe Lopes. Ao minuto 41, o Chaves esteve perto de se adiantar, não fosse o poste a negar o golo a Braga e depois, o mesmo poste, a Fábio Martins, no seguimento da jogada. O jogo estava bom, no entanto faltavam os golos, 0 a 0 era o resultado ao intervalo. Na segunda parte o Benfica entrou melhor e voltar a marcar por intermédio de Mitroglou, mas mais uma vez o árbitro voltou a anular o golo por fora-de-jogo, desta vez bem assinalado. O minuto 70 é marcado pelo primeiro golo validado do jogo, livre para o Benfica, que levou Grimaldo a cruzar para a área e a Mitroglou a responder bem de cabeça ao cruzamento, estava feito o 0 a 1 para o Benfica. O Chaves ainda tentou responder, mas sem resultados práticos, tendo mesmo acabado por sofrer um golo num remate de ressaca de Pizzi. Quanto ao árbitro Tiago Martins e à sua equipa de arbitragem, realizaram mais um mau trabalho, tendo nota 5 porque acabou por não influenciar o resultado.

 

11 contra 11 - 5ª Jornada da Liga NOS

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photo.jpgA jornada 5 da Liga NOS trouxe duas grandes surpresas aos 3 grandes. O primeiro a entrar em campo foi o Futebol Clube do Porto, que nesta jornada teve como oponente o Tondela, do nosso conhecido Petit. Um jogo que na teoria seria bastante acessível, e deveria tê-lo sido se existem aspirações de serem campeões, no entanto revelou ser uma dor de cabeça para o clube azul e branco. Isto porque após 90 minutos os dragões não conseguiram ir além de um empate a 0. O jogo foi bastante morno, com as oportunidades de golo a surgirem apenas na 2ª parte e a primeira a ter pertencido ao Tondela. André Silva teve ainda duas oportunidades para resolver o encontro, mas falhou nas duas. Uma machadada nas aspirações portistas que podiam aproximar-se do topo da tabela se tivessem arrecadado os 3 pontos. O árbitro neste encontro cometeu dois erros: permitiu jogo duro do Tondela durante todo o encontro e cortou uma jogada de golo iminente ao Porto, quando Adrián Lopez seguia isolado para a baliza, por não dar a lei da vantagem. Por isso a nota para Hugo Miguel é 5.

 

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A segunda surpresa da noite de Sábado, a derrota do Sporting Clube de Portugal no Estádio dos Arcos frente ao Rio Ave. Após a brilhante exibição, apesar da derrota, frente ao Real Madrid no Santiago Bernabéu, todos esperavam um Leão de orgulho ferido pronto a dar a volta à situação e presentear os adeptos de futebol com mais uma boa exibição, o que acabou por não acontecer. Num jogo bem disputado de ambos os lados, mas com os leões a serem demasiado permissivos no que toca à defesa não houve surpresa quando os vila-condenses chegaram à vantagem por intermédio de Tarantini após um excelente desenho de ataque por parte da equipa de Capucho. O leão ficou atarantado e foi com naturalidade que ainda antes do intervalo a equipa do Rio Ave tenha chegado ao 2-0 e ao 3-0, por intermédio de Guedes e Gil Dias respetivamente. “Se o jogo tivesse 45 minutos, o nosso jogo teria sido perfeito”, afirmou Capucho e com razões para isso. No segundo tempo, Jorge Jesus apostou no ataque e, com a equipa vila-condense a tentar equilibrar-se e defender-se do caudal ofensivo do Sporting, conseguiu reduzir para 3 a 1 por intermédio de Bas Dost. Até ao fim o resultado não se alterou, permitindo assim ao Rio Ave a luta pela Europa e resultando num passo atrás nas aspirações do Sporting de manter a liderança isolado. O árbitro não teve influência no resultado, não tendo cometido erros. Noite tranquila de João Pinheiro, que lhe vale a nota 8.

 

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Por fim, Sport Lisboa e Benfica entra em campo na Luz para defrontar o Braga. O jogo começou com uma velocidade estonteante, com o Braga a ter duas claras oportunidades de abrir o marcador, por intermédio de Hassan que falha escandalosamente a baliza e na segunda Júlio César a ser imperial, defendendo o remate de Pedro Santos. Como se costuma dizer “quem não marca, sofre”, o Braga foi asfixiado pelo caudal ofensivo do Benfica, que teve grandes oportunidades de marcar e foi com naturalidade que o Benfica vencia por 1 a 0 ao intervalo, fruto de um golo de Mitroglou. Por esta altura o homem do jogo era Marafona, guarda-redes minhoto. A segunda parte começa igual a como terminou a primeira, com o Benfica a exercer bastante pressão ofensiva, com o Braga a não conseguir criar jogadas de perigo, e, portanto, o resultado viria a sofrer alterações, a favor do Benfica. O jogador do Benfica, Pizzi, numa jogada em que parte de fora de jogo, amplia o resultado para 2 a 0, com Mitroglou a dar a sentença final marcando o 3 a 0.  O Braga ainda reduziu através de um lance de bola parada, com Rosic a assinalar o resultado final de 3 a 1. O árbitro não teve grande trabalho, apenas a dúvida de uma suposta grande penalidade a favor do Benfica aos 70 e o erro do segundo golo do Benfica (fora-de-jogo) de Pizzi. Erros que não negam a supremacia do Benfica, que teve assim uma vitória justa. Nota 6 para Jorge Sousa.

11 contra 11 - 4ª Jornada da Liga NOS

 

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benfica.pngNesta 4ª jornada da Liga NOS, o primeiro dos 3 grandes a entrar em campo foi o Sport Lisboa e Benfica, numa deslocação sempre difícil ao campo do Arouca. Foi um jogo em que se esperava uma boa réplica por parte da equipa da casa, o Arouca, mas tal não aconteceu até ao Benfica chegar aos 2 a 0, mesmo a jogar sem nenhum ponta-de-lança na posição. Talvez por isso mesmo, os golos acabam por vir de dois defesas, Nelson Semedo aos 16 num mau alívio de um defesa do Arouca e Lisandro López no seguimento de um pontapé de canto. O Arouca, que foi uma equipa um pouco abaixo do que nos habituou na época passada, acabou por reduzir aos 57 minutos, num belíssimo cabeceamento de Walter González. A arbitragem, a cargo de Fábio Veríssimo, foi fraca, tendo ficado uma grande penalidade por marcar a favor do Benfica, por falta sobre Rafa, no entato a arbitragem não teve influência no resultado, daí ter nota 5.

 

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O Sporting Clube de Portugal foi o segundo grande a entrar em campo, tendo tido uma tarde fácil em Alvalade, no seu jogo contra o Moreirense, fruto de uma expulsão, ainda na primeira parte, do jogador Neto do Moreirense. O primeiro golo surge aos 26 minutos, por Gelson Martins, no entanto o golo é irregular porque o jogador recebe a bola com a mão. Aos 36 surge a expulsão de Neto, jogador que é bem expulso depois de uma falta dura sobre William Carvalho, que lhe valeu o segundo amarelo e a consequente expulsão. Na segunda parte, e com mais um jogador em campo, o Sporting teve o seu jogo facilitado, acabando por chegar ao 2-0 com facilidade aos 52 minutos através de Joel Campbell, sendo que o jogo ficou decidido aos 56 minutos com o golo de Bas Dost. Nuno Almeida leva nota 4 porque no primeiro golo do Sporting não viu a mão de Gelson Martins.

 

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O Futebol Clube do Porto foi o último dos três grandes a entrar em campo, num jogo no Dragão contra o sempre difícil Vitória de Guimarães. O jogo poderia ter-se tornado mais fácil aos 18 minutos, não fosse Jorge Sousa invalidar um golo a André Silva, no seguimento de um pontepé de canto, em que supostamente o jogador dominou a bola com a mão, algo que não se consegue ver, nem com imagens em câmara lenta. Ao minuto 38, no seguimento de um canto, Depoitre desvia ao primeiro poste e Marcano completa o lance para golo. Na segunda parte, os dragões entraram decididos a acabar com o jogo, e aos 46 minutos, Otávio acaba por fazer golo, uma bola que ainda resvalou em Oliver Torres. Aos 55, João Aurélio introduziu a bola na baliza errada, o cruzamento foi de Oliver Torres. Com o jogo para a Uefa Champions League na quarta-feira, o Porto geriu o encontro até ao fim. O Guimarães deu uma boa réplica e poderia ter saído do Dragão com pelo menos um golo marcado, mas tal não aconteceu. A arbitragem de Jorge Sousa, não teve influência no resultado, mas não foi boa, o golo mal anulado de André Silva muito contribui para isso, nota 5 para ele.

 

 

 

 

Cinematograficamente falando 3

Antes de mais temos de pedir desculpa pela ausência prolongada, causada por exames, trabalhos, apresentações e férias desencontradas. Mas cá estamos, com promessas de grandes filmes para verem!

Ora bem, com o começo das aulinhas (seja no ensino básico, secundário ou superior) pensamos num filme que fala, em grande parte no valor da amizade nas nossas vidas, mas também aborda a questão das escolhas certas que podemos fazer e que influenciam a nossa vida.

 

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3 idiotas, um filme de 2009 realizado por Rajkumar Hirani, e a estrelar Aamir khan (decorem este nome que irão ouvir falar mais de filmes dele no futuro!). Pessoas que tenham conhecimento sobre os filmes de Bollywood conhecem, certamente, o nome Aamir Khan, associado à palavra “qualidade” não importa qual a função desempenhada nos filmes em que o seu nome aparece nos créditos), R. Madhavan e Sharman Joshi. Bollywood bem representado no mundo do cinema.

 

Farhan Qureshi (R. Madhavan) e Raju Rastogi (Sharman Joshi) são estudantes da prestigiada Imperial College de Engenharia (ICE). A paixão de Farhan é a fotografia da vida selvagem, mas ele persegue um diploma de engenharia para agradar ao pai. Raju escolhe engenharia com esperanças de melhorar a situação financeira da sua família, mas a sua falta de auto-confiança traduz-se em notas baixas. O terceiro companheiro de quarto e amigo, Ranchodas 'Rancho' Shamaldas Chanchad (Aamir Khan), mostra grande interesse em engenharia e inventa no seu tempo livre. Depois de dar respostas pouco ortodoxas nas aulas, Rancho enfrenta a ira do diretor da faculdade, Dr. Viru Sahastrabuddhe, conhecido como "Virus", cujas filosofias tradicionais sobre educação e aprendizagem contrastam nitidamente com as ideias atípicas de Rancho.

 

Os amigos enfrentam aventuras tanto dentro como fora da faculdade, o que os ajuda a criar fortes laços de amizade. Eventualmente Rancho apaixona-se pela filha do seu grande inimigo, o diretor “Virus”. Mas nem tudo corre às mil maravilhas, irão haver contra tempos que porão a sua amizade à prova e que podem terminar mal … Como irão “estes idiotas” acabar? Irão singrar na vida? Irão perseguir os seus sonhos? A sua amizade irá perdurar pela vida pós-faculdade?

 

Um filme que vos irá prender ao ecrã durante 3h, com uma banda sonora espetacular, que ajuda a embelezar e dá um toque de comédia esplêndido ao filme.

 

Algumas aprendizagens relativamente ao filme:

 

  • “Pursue excellence and success will follow” (Trabalhem com excelência e o sucesso virá a seguir) - Rancho

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  • Trabalhem com paixão e, acima de tudo, no que escolheram. Não deixem que ninguém escolha o vosso futuro! A abordagem na aprendizagem levada a cabo por Rancho e que é promovido no filme: o amor e a paixão para aprender contra apenas memorizar factos. Os personagens principais são incentivados a seguir os seus corações e a serem apaixonados sobre as escolhas que fizerem na vida.

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  • Acreditem em vocês, mesmo que mais ninguém o faça!

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