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Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

11 contra 11 - 3ª Jornada da Liga NOS

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A 3ª Jornada da Liga NOS, deu-nos um clássico, espetáculo e polémica.

 

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 O primeiro dos três grandes a entrar em campo foi o Benfica, tendo se deslocado ao campo do Nacional da Madeira na tentativa de recuperar do empate da última jornada, em casa, frente ao Vitória de Setúbal. Não foi um jogo fácil para o Benfica, mas foi um jogo que o Benfica foi controlando, acabando por chegar à vitória com naturalidade.

Os primeiros minutos mostraram um Benfica com vontade de resolver rapidamente a questão, sendo que aos 5 minutos Jonas poderia ter inaugurado o marcador, o remate saiu um pouco ao lado. No entanto, aos 17 acabaria por chegar o primeiro golo do encontro, um auto-golo do central do Nacional, depois de uma falha do guarda-redes. Ao intervalo o resultado era de 0-1 para o Benfica, sendo que o Benfica podia ter feito mais 1 ou 2 golos, até ao minuto 64, onde acabaria por sofrer num lance de bola parada, um canto, golo apontado por Tobias Figueiredo. Ao minuto 69, e já com André Carrillo em campo, o Benfica acabaria por chegar ao 2-1. O resultado ficou decidido ao minuto 92 com mais uma falha da defesa do Nacional, que permitiu a Raul Jimenez fazer o 3 a 1 para o Benfica. Quanto ao árbitro, Artur Soares Dias, realizou uma excelente exibição, para ele nota 9 em 10, visto que o jogo também não teve lances muito difíceis de analisar.

 

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 Sporting e Porto entraram em campo ao mesmo tempo fruto do primeiro clássico da época, em Alvalade.

O jogo começou melhor para o lado dos azúis e brancos, uma falta sobre Danilo merecedora de cartão amarelo, que o árbitro não exibiu, permitiu no entanto, a Felipe, marcar no seguimento do cruzamento de Miguel Layún, o cronómetro marcava o minuto número 8. Depois começa a polémica, André Silva sofre uma cotovelada de Coates, o árbitro não assinala falta e no seguimento da jogada, assinala falta sobre Slimani à entrada da área do Porto, na cobrança da falta, Bruno César envia a bola ao poste e na recarga, Gelson Martins, recebendo a bola com o peito permite a defesa de Casillas, sendo que na recarga Slimani empurra a bola para dentro da baliza do Porto, estávamos no minuto 15. Ainda antes do segundo golo, Slimani poderia ter ido para a rua, por ter dado uma cotovelada a um jogador do Porto e André Silva poderia ter feito o 1-2 para o Porto, não fosse a defesa de Rui Patrício. Ao minuto 26, nova polémica, Felipe corta a bola e Bryan Ruiz ajeita com o braço, possibilitando uma assistência para Gelson Martins fazer o 2 a 1 para o Sporting, seria falta a favor do Porto. Ao minuto 30 o Porto podia ter chegado ao empate, após remate de André André que bateu no poste da baliza defendida por Rui Patrício. Ao minuto 32, e no seguimento de mais uma falta não assinalada a favor do Porto, Adrien Silva, por pouco não faz o 3-1 a favor do Porto, valeu a defesa de Casillas.

 

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 Já na segunda parte, ao minuto 56 excelente defesa de Casillas ao cabeceamento de William Carvalho. Ao minuto 62, nova polémica, Jorge Jesus é expulso do banco do Sporting, e fica 3 largos minutos a conversar com o treinador adjunto, tendo depois ido para a bancada estando visivelmente em contacto com o banco, algo que não é permitido, não satisfeito com isso, aos 91, com o jogo ainda a decorrer, volta a entrar no recinto de jogo. Relativamente ao árbitro, Tiago Martins, teve uma estreia azarada em clássicos, não assinalando algumas faltas, não dando o respectivo cartão, permitindo mais que uma agressão dentro do campo, e errando nos lances capitais do jogo, leva nota 2, porque teve grande influência no resultado.

 

 

 

11 contra 11 - 2ª Jornada da Liga NOS

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Mais um fim de semana, e a 2 jornada da Liga Nos veio com algumas surpresas interessantes, nomeadamente com um dos 3 grandes a perder pontos.

 

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O Sporting foi o primeiro a entrar em campo, tendo ganho por 1 a 0, num jogo não muito bem jogado por ambas as equipas. O Paços de Ferreira ainda não tem a sua máquina afinada, principalmente nos jogos em casa, onde costuma ser uma equipa difícil de bater, e onde costuma dar boa réplica. O Paços de Ferreira foi uma equipa banal não tendo colocado dificuldades ao Sporting. O jogo ficou decidido aos 44 minutos com um golo de Adrien Silva. Hugo Miguel foi o árbitro do jogo, tendo feito uma fraca exibição, tal como as duas equipas, deixando por marcar muitas faltas, como no minuto 31, em que Coates acerta com um pontapé na face do jogador do Paços de Ferreira, seria falta, amarelo e livre, nota 6 porque não teve influência no resultado.

 

 

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 O Porto foi a segunda equipa das três grandes a entrar em campo, jogo que acabaria por vencer com alguma dificuldade, por 1 a 0, depois da equipa do Estoril ter montado uma estratégia com uma atitude muito defensiva. Aquilo que os adeptos do Porto puderam ver no Dragão, foi um Porto a tentar e a conseguir dominar o jogo, e a esbarrar ora na muralha do Estoril, ora em Moreira, guardião da equipa estorilista. Moreira acabou por ser a grande figura da equipa do Estoril, tendo parado tudo à excepção da cabeçada de André Silva, aos 84 minutos, e que acabou por dar a vitória e os 3 pontos aos azuis e brancos. Relativamente ao árbitro Tiago Cardoso, leva um 6, muitas faltas por assinalar também, e tentou complicar o que era fácil.

 

 

 

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Por último, entrou em campo o Benfica, e foi neste jogo que veio o resultado mais surpreendente do fim de semana, a equipa tricampeã nacional, na Luz não foi além de um empate a 1 contra o Vitória de Setúbal. Neste jogo podemos ver, sobretudo na primeira parte, uma boa réplica da equipa do Setúbal que sempre que conseguia ia lá à frente para tentar fazer estragos, muito por causa das iniciativas de João Amaral, ex-Pedras Rubras, que rubricou uma boa exibição. No entanto, o domínio era Benfiquista, apesar de não conseguir traduzir em golos, mais na segunda parte porque Bruno Varela estava inspirado na baliza dos sadinos. O Setúbal acabaria por marcar primeiro, por intermédio de Frederico Venâncio, e o Benfica acabaria por empatar aos 82 de grande penalidade, convertida por Raul Jimenez, poderia ainda ter chegado à vitória através de Lindelof, mas o remate esbarrou na trave. 

Relativamente ao árbitro, Manuel Oliveira, teve uma excelente arbitragem até ao minuto 82, marcando as faltas que haviam para marcar, para ambas as equipas. Ao minuto 82 deixou cair a excelente arbitragem ao assinalar uma grande penalidade inexistente, numa suposta rasteira a Gonçalo Guedes, nota 4 para ele, porque teve influência no resultado.

11 contra 11 - 1ª Jornada da Liga NOS

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Arrancou o campeonato, a Liga ´NOS está de volta e o Porto foi o primeiro dos três grandes a entrar em campo, na sexta-feira, contra o Rio Ave em Vila do Conde, seguindo-se o Sporting em Alvalade contra o Marítimo e o Benfica em casa do Tondela.

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O primeiro jogo, que colocou o Rio Ave frente a frente com o Porto, acabou com 3-1 a favor dos Dragões, era um jogo complicado para o Porto, num campo sempre difícil e ainda para mais na 1ª jornada, quando as máquinas ainda estão a ser oleadas. O jogo começou por ser muito disputado a meio-campo e com algumas boas oportunidades para os dois lados. No entanto, foi o Rio Ave a marcar primeiro através de um canto, golo apontado por Marcelo, que aproveitou uma falha de comunicação entre os jogadores portistas para fazer o 1-0. Temia-se que o Futebol Clube do Porto pudesse termer aqui, mas não foi assim que aconteceu, os jogadores arregaçaram as mangas e pouco depois conseguiram o empate por Corona numa jogada de insistência do ataque portista. Com o jogo empatado ao intervalo, o Porto entrou melhor na segunda parte e através de um excelente remate de Herrera os azuis e brancos confiramavam a reviravolta no marcador. Mais tarde, uma falta de Marcelo sobre Otávio, na grande área do clube Vila-Condense acabaria por dar a expulsão do central do Rio Ave e o terceiro golo do Porto, apontado por André Silva, na recarga do penálti, visto que Cássio defendeu o primeiro remate do avançado português. O Rio Ave ainda tentou inverter o rumo dos acontecimentos com uma ou outra boa jogada, mas o resultado não mais se alterou. Fica ainda um apontamento para a expulsão de Alex Telles por acumulação de amarelos. Relativamente à arbitragem, Fábio Veríssimo leva nota 5 em 10, por não ter influência no resultado, mas mais uma vez fez uma péssima exibição, sendo que no meu entender nenhuma das expulsões se justificaram, na primeira Otávio foi tocado sem ter a bola controlada e na segunda, a de Alex Telles, este não tem espelhos logo não pode ver quem está nas suas costas e onde coloca os braços, sendo que o jogador está ligeiramente fletido daí o seu braço ter batido na cara de Héldon, para além disso, muitas faltas ficaram por marcar, o costume naquilo que está relacionado com os jogos de Fábio Veríssimo.

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Relativamente ao Sporting, o segundo grande a entrar em jogo neste campeonato, acabou por vencer e bem o Marítimo, por 2 a 0. Inicialmente, era um jogo complicado para o Sporting, o Marítimo não é uma equipa fácil e podia ter saído de Alvalade com golos marcados, só não o fez graças a um grande Rui Patrício e, quando este não lá estava, aos postes. Fez-se notar a ausência de Slimani, mas Coates foi lá à frente abrir o marcador. Depois seguiu-se um período de turbulência do Sporting, que ficou acabou por resolver o jogo com o golo de Bryan Ruiz. Quanto à arbitragem, não sou um apreciador de Carlos Xistra, mas apresentou-se bem neste jogo, tento por isso a nota 7,5 em 10, visto que também não foi um jogo difícil de arbitrar.

 

 

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 O último dos três grandes a entrar em campo, foi o tricampeão Benfica, que apesar das muitas dificuldades que sentiu contra o Tondela acabou por sair com os 3 pontos, e com uma vitória por 2 a 0. O Tondela, fazendo bom proveito do seu terreno reduzido, entrou pressionante e agressivo, muito ao estilo seu treinador Petit, fazendo o Benfica passar um mau bocado. As coisas ficaram piores com a lesão de Luisão, mas com a sua saída, entrou Lisandro que acabaria por fazer um bom golo depois de um livre a favor do Benfica. O Tondela teve ainda boas oportunidades para empatar o jogo mas muito por causa de Grimaldo e de Júlio César, não o conseguiu fazer. Já perto do final, um dos melhor jogadores em campo, André Horta, acabou por fazer o 2 a 0, que permitiu uma vitória sofrida mas importante ao Benfica. João Pinheiro fez uma excelente arbitragem, deixando jogar para os dois lados, muito ao estilo da arbitragem inglesa, para ele 8,5 em 10, visto que também não foi uma arbitragem muito complicada, e o critério foi o mesmo para ambos os lados.

 

Pokémon Go

Nas últimas semanas temos vindo novamente a ser invadidos pela febre do Pokémon, desta feita com o seu novo jogo para dispositivos móveis Android e IOS, de seu nome Pokemón Go.

Tenho visto muitas pessoas a criticarem este jogo e os "miúdos" que jogam este novo jogo da saga Pokémon nomeadamente a dizerem que eles andam por aí nas ruas, que estão sempre agarrados ao aparelho, que se concentram em locais e monumentos com interesse histórico, entre outros.

No entato, terei de discordar com todas estas críticas que tem vindo a serem feitas. É verdade que os "miúdos" andam por aí, no entanto estão a caminhar, a fazer desporto, o que contribui para a sua saúde visto que caminhar faz bem. Em segundo, permite estimular a parte social, e a interação com outros jogadores, e por fim, a parte que mais me agrada, é a possibilidade de conhecer locais e monumentos históricos.

Eu já tive a oportunidade de experimentar o jogo, embora só jogue quando tenho tempo livre e quando não tenho mais nada de interessante para fazer, e até gostei do conceito do jogo, graças a ele já descobri muitos pontos de interesse histórico na Cidade da Maia e outros, que já lá tinha passado e que sabia que existiam, mas não sabia o seu significado, como são algumas das estátuas espalhadas pela cidade. Percebi ainda que não se trata de um jogo só para "miúdos", já vi a jogarem dos 10 aos 50 e muitos.

Concluindo, eu sei que o que é diferente, o que causa mudança é sempre complicado para as pessoas se adaptarem, e no caso dos portugueses ainda mais, parece que estamos no top dos países mais resistentes à mudança, no entanto tenho de elogiar o jogo e o conceito no qual foi construído, fomentado o exercício - a caminhada - e também outras situações, como a socialização.

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11 contra 11 - Supertaça Benfica 3 vs 0 Braga

Está de volta o futebol, e é com a Supertaça Cândido de Oliveira que se dá o pontapé na época, desta feita 2016/2017. Frente a frente tivemos o Benfica, actual campeão nacional e o Braga, actual vencedor da Taça de Portugal.

O jogo prometia e na realidade não me desiludiu, os espectadores poderam assistir a um bom espetáculo de futebol durante os 90 minutos, com o resultado a pender para o Benfica (3-0). No entanto, quem viu o jogo percebe que o resultado engana um pouco, sem dúvida que o Benfica é um justo vencedor, porque foi a equipa mais eficaz nos 90 minutos, mas por outro lado o Braga não merecia resultado tão pesado, talvez o 2-1 se aplicasse melhor.

Neste jogo destaco dois jogadores: Franco Cervi, na maneira como driblou três jogadores no primeiro golo e Rafa, um autêntico guerreiro nunca deixou de lutar contra a evidente superioridade da turma da luz.

Quanto à arbitragem não há muito a dizer, João Capela não teve influência no resultado daí a nota 5 em 10, no entanto os seus critérios deixam muito a desejar na grande maioria dos jogos em que está presente, não se percebe muito bem porquê que lances iguais muitas vezes tem interpretações diferentes para o árbitro lisboeta. Menos argumentos encontro para perceber o porquê de ter sido o segundo melhor árbitro na época transacta.

Em suma, tivemos um jogo com golos e espetáculo o que deixa um bom indicador para a época que ontem se iniciou.

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Este nosso Portugalp

Em Portugal é tudo à grande e à francesa, Rocha Andrade, Secretário de Estado, aceitou 2 convites da Galp para assistir a dois jogos da selecção portuguesa em França, durante o Europeu 2016, a saber: contra a Hungria e contra a França.

Assim à primeira vista, parece algo normal, um patrocinador da seleção oferecer dois convites a um Secretário de Estado, mas, e tinha de haver um mas, atendendo que a Galp se encontra em litígio com o Estado, devendo milhares e milhares de euros em impostos, não me parece que fique bem, um membro do governo aceitar de bom grado convites para os jogos. É de facto algo quase inexplicável, coisa normal em Portugal.

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