Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

Cinematograficamente falando 2

Na segunda edição da rúbrica Cinematograficamente falando, trazemos mais um filme que não podem deixar de ver.

1.png

 

Se7en, ou 7 - sete pecados mortais, é um filme de 1995 realizado por David Fincher, que podem conhecer por filmes como Fight Club (1999), Zodiac (2007) e The Curious Case of Benjamin Button (2008). Conta com a participação de três dos maiores atores de Hollywood: Brad Pitt, Kevin Spacey e Morgan Freeman.

 

O filme passa-se numa cidade americana (após 21 anos ainda ninguém conseguiu descobrir qual, mas acredita-se ter sido inspirada em Nova iorque) e a ação centra-se em dois detetives, William Somerset (Freeman), um especialista em homicidos perto da sua merecida reforma, e David Mills (Pitt), o detetive que veio para o substituir e que vai fazer com que a sua reforma seja adiada. “Adiada porquê?” perguntam-se vocês. Adiada pois aparecem vários casos de assassínios, no mínimo peculiares. O primeiro sendo um obeso que foi obrigado a comer até o seu estômago rebentar e no local do crime um papel com a palavra “Gluttony” (“Gula”). O segundo encontrado era um advogado de defesa rico que foi obrigado a cortar uma parte da sua carne, acompanhado por um papel com a palavra “Greed” (“Ganância”). Não durou muito até que Somerset aceitasse o caso e percebesse que os assassínios eram cometidos consoante os 7 pecados capitais. Ele e Mills percebem que ainda haverão mais 5 assassínios. Como irá acabar esta trama? Será que vão descobrir o assassino por detrás de tudo isto?

 

Um Thriller recheado de drama, com uma conclusão que nos vai fazer perder a cabeça e deixar incrédulos. De que estão à espera? Um must see do cinema!

 

Algumas curiosidades após terem visto o filme:

 

  • Brad Pitt partiu o braço durante a cena de perseguição ao assassino, o que levou a que esse facto tivesse de ser incluído no guião;

1a.png

 

  • Antes das filmagens começarem, Kevin Spacey pergunta a David Fincher se ele devia rapar a cabeça ao que este lhe diz “Se tu o fizeres, eu também o faço.”. Ficaram os dois carecas durante o resto das filmagens;

 

  • O nome de Kevin Spacey foi propositadamente removido dos créditos iniciais para que a audiência ficasse estupefacta em relação à identidade do assassino;

1b.png 

 

  • O filho de Morgan Freeman tem um pequeno cameo no filme como o técnico das impressões digitais;

 

  • Apesar do filme se passar numa cidade fictícia, a maior parte das filmagens ocorreram na Califórnia e na Pensilvânia;

 

  • Devido a cortes nos custos de produção, David Fincher contratou Kyle Cooper, um licenciado em Yale que criou uma montagem de abertura cinética dos diários de John Doe. The New York Times elogiou o trabalho de Cooper como um passo em frente no cinema; o designer iria para projetos de alto perfil, incluindo a série Homem-Aranha e Dawn of the Dead. O seu trabalho foi tão convincente que o diretor Zach Snyder disse uma vez que alguns diretores se recusaram a usá-lo porque ele "faz com que os créditos de abertura sejam melhores do que o filme."

 

1c.png

 

 

 

Portugal Sub-17

Parabéns aos nossos campeões, a seleção de sub-17 nacional, acabou de se sagrar campeã da europa ao vencer a Espanha por 5-4 nos penáltis. Agora já sabem, para jogar na seleção A é continuar assim, a fazer conquistas como estas, mas sobretudo a honrar a camisola que vestem.

transferir.jpg

 

 

Centralismo 4.0

Mais um texto que escrevo para este blog, e mais um texto sobre centralismo. Eu não queria, antes preferia não ter o que escrever para este blog do que ter de escrever sobre o centralismo, que insiste e persiste em existir em Portugal.

O que é que foi agora? - perguntam vocês, e perguntam bem. O Rally de Portugal está no Norte, mais precisamente do Porto, e além da publicidade televisiva ter sido muito pouca, assim como as notícias, agora é a questão de nem existir transmissão televisiva do momento mais alto do Rally, a etapa nos Aliados.

Lembro-me que, quando a prova passou pelo Estádio Algarve, aqui há uns anos atrás, houve transmissão em directo com recurso ao replay, ao tripleplay e tudo o que se pode ter numa transmissão em direto de um evento.

Mais, acho que se a etapa dos Aliados correr bem, é o adeus do Rally ao Norte, afinal quem é que ainda se lembra do Red Bull Air Race? Correu bem no Norte, vai para o Sul. No final de todas as contas acabamos por perder todos, o Red Bull Air Race lá se foi e quem perde é Portugal.

 

Centralismo 3.0

Não é novo aquilo que aqui se analisará. Será uma eterna questão e que não será alheia a qualquer nação. Neste caso, e como o autor é português, será desse país que se escreverá. Pois bem, não é novidade que nos deparamos com a concentração de serviços e ministérios num só ponto do país. Esse é a capital e os seus arrabaldes. É nessa zona metropolitana que podemos constatar anos a fio de beneplácito. Muito préstimo foi concedido a essa zona. Porém, e o que resta do país?

O Norte, o Centro, as regiões autónomas e o Sul? Não será redutor constatar somente a vertente industrial nortenha, a turística algarvia e a rural do interior? Não será necessário estender a modernização e a respetiva verba a todos os outros pontos de atração e de habitação de um país repleto de recursos naturais, humanos e criativos? É na Grande Lisboa que nos deparamos com uma infinitude de mãos cheias de oportunidades.

No entanto, é mais aquilo que se encontra em sub-rendimento do que em pleno aproveitamento. Há mais três centenas de municípios que necessitam de voz para as suas ideias e de fundo para formatar as suas teias. Os planos de financiamento devem contemplar, mais do que as cidades, as invenções e as suas maturidades. Desta evidência se gera o valor necessário para um seio familiar sustentável. Deste seio se criam valências e competências para atuar num mundo profissional em constante progressão e avaliação.

Nesta política do dá e recebe (implicando, decerto, o preço a pagar nesta geração), há que se contemplar o horizonte da situação em que todos vivem mais do que sobrevivem. Sem apostas, não há respostas. Sem valorização, não há criação. Querem considerar o que há na ampla geografia ou somos só europeus para a fotografia?

É curioso! 1

Para dar início a esta rúbrica, nada melhor que um texto escrito por um amigo meu, o Tiago Araújo, e eu que pensava que ele detestava escrever. Aqui fica o texto:

Aqui estou eu a atura-la, no Marshopping. São 15h15 e ela vai começar a estudar o aparelho reprodutor (sei o que estão a pensar, “grande seca!”, ou então, “O que ela quer sei eu”). E eu? Estou aqui a escrever este pequeno texto, pois não tenho nada melhor para fazer.

Esperem!! Ela após ter lido o primeiro parágrafo disse:

- Queres que te arranje um exercício de complexos e vais fazendo?

Encolhi os ombros e disse que podia ser. Lá pegou ela no seu mobile para fazer a ligação à net cá do sítio.

Sabem o que estou a pensar? Não, não tem nada a ver com matemática. Penso que até tenho jeito para fazer textos de improviso, que façam as pessoas rir (pelo menos é o que quero). Vou-me dedicar a isto … ou talvez não, pois teria de escrever sem pontuação para ser reconhecido a nível internacional, ou um romance para ser lido pelas gentes nacionais. Não percebo, mas são os que mais se vendem neste país.

Ser escritor é um problema, no círculo de amigos todos dizem “Tens imenso jeito para isto, continua!”, pessoas de fora dizem “Está medíocre! Devias melhorar a escrita ou desistir.”. Isto porque os amigos serão sempre … amigos! Nunca vão querer dizer que não prestas, que és um azelha, que devias dedicar-te a tomar conta do gado ou a plantar couves. Não! Eles vão sempre apoiar-te e dizer que és o melhor, embora às vezes fosse preferível dizer a verdade e não iludir a dita pessoa.

Quantas vezes não vemos pessoas que cantam horrivelmente e as mães e amigos a dizer que elas são os melhores e que cantam bem? Passa-se o mesmo com a pintura, a escritura, tudo! Nunca queremos decepcionar (ou dececionar como se escreve nos tempos que correm) os que mais gostamos … O que é preferível? Ser frio e dizer a verdade ou iludi-lo? Eis a questão. Estou tentado a responder a primeira hipótese.

E chego aqui e vejo o que escrevi … porra! Um texto que era suposto ser sem sentido transformou-se numa moralidade!

Despeço-me antes que tenha mais ideias destas. Venham os complexos!

Cinematograficamente falando 1

Vamos dar início à nossa nova rúbrica, a rúbrica Cinematograficamente falando.

F1.png

 

 

Knight’s Tale, ou Coração de Cavaleiro, é um filme de 2001 realizado por Brian Helgeland, argumentista de Mystic River (2003) e Robin Hood (2010). Conta com a participação de um jovem Heath Ledger, de Paul Bethany e de Rufus Sewell.

 

O filme é uma adaptação de um dos contos d’ “Os Contos de Canterbury” de Geoffrey Chaucer (1387), e passa-se numa Inglaterra medieval, no tempo das justas contendo várias referências modernas, que estão percetíveis durante o filme (uma pista, they will rock you neste filme).

William Tatcher (Heath Ledger) é um jovem escudeiro e, juntamente com Wat e Roland descobre que o seu mestre morreu antes de terminar um torneio, quando estava perto da vitória. Alimentado pelo seu desejo de glória, e com a ajuda de Geoffrey, um poeta viciado no jogo, cria uma nova identidade para ele próprio e personifica um nobre, procurando assim entrar e vencer todos os torneios. Entretanto apaixona-se pela bela Jocelyn. O que será que a jovem o vai obrigar a passar para ele conseguir provar o seu amor por ela? Será que irão descobrir a farsa do William?

É um filme que nos ensina que a perseverança é o mais importante para alcançarmos os nossos sonhos e que a amizade nos ajuda a chegar mais longe.

 

Algumas curiosidades após terem visto o filme:

 

      ●      Gelderland é um local real, situado na Alemanha e Holanda.

 

F2.png

 

  • Alguns dos figurantes eram sem-abrigos oriundos de Praga, que não sabiam falar inglês.

           

F3.png

 

  • Ulrich Von Lichtenstein foi um cavaleiro e escritor que existiu no séc. XIII.

 

  • De salientar que a marca “Nike” conseguiu aguentar-se desde o séc. XIV até aos dias de hoje, acompanhando a evolução dos desportos.

 

F4.png

 

 

Mais que uma música 1

Na estreia da rúbrica "Mais que uma música" ficamos com uma música espectacular dos Arcade Fire. O nome da música é Ready to Start, para escutar sempre que se esteja pronto para iniciar algo importante ou então quando quisermos recomeçar, porque afinal todos os dias são um recomeço.

A música faz parte do álbum The Suburbs, que foi lançado em 2010. Aproveitem a música.

 

 

Pág. 1/2