Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

Portugal anestesiado

Eu acho que os Portugueses anda um tanto ao quanto anestesiados ou até mesmo atarantados (para relembrar aqui a música dos azeitonas) e para informar que este post tem muito que ver com música em Portugal. 
Então não é que o Fernando Tordo, um cantor que representou Portugal no festival da Eurovisão da canção e que realizou de facto um trabalho notável no que à música portuguesa diz respeito, deixou o país para ir viver para o Brasil, com o argumento que Portugal não lhe dava uma reforma suficientemente boa para ele viver bem. 
Ora até aqui está tudo muito bem, mas aquando da entrevista dele, o próprio referiu que já contava com 50 anos de carreira e que deveria ter um tratamento de certa forma melhor por parte do governo português, tendo até dito que Passos Coelho era pequenino, ou um menino, ou algo que rime com estas palavras. 
Eu apenas gostava de perguntar ao senhor Fernando Tordo, se nestes 50 anos de carreira já ouviu falar em fazer descontos?

Tarde de trabalho

Esta tarde vai ser 5 estrelas, começa com uma aula de Inglês, que eu até percebo muito e tal (nada disso, Inglês para mim é Chinês) e o resto da tarde será para ler os estatutos da JP para me dotar de conhecimento sobre algo que é muito importante.

Quem me quiser acompanhar neste trabalho será bem vindo!

Have a nice day!

Grátis

Pessoal, acho que todos devem aproveitar esta oportunidade, a presença está a oferecer livros, basta completar os desafios (ganham sempre) por isso, aproveitem, há livros realmente bons é só vocês perderem uns minutinhos, força http://livrosgratis.presenca.pt/9192

2015

Para mim 2015 deverá ser o ano em que me vou estrear nos tão participados e comentados festivais de Verão.

Os motivos para ainda não ter acontecido são basicamente dois, e logo atrás, um terceiro que posso incluir aqui, assim sendo a falta de dinheiro e de companhia, mais o facto de que o cartaz não seja grande coisa de acordo com os meus gostos musicais tem contribuido para esse constante adiamento.

Estou à espera ainda deste ano arranjar um part-time e por isso amealhar algum dinheiro para as minhas coisinhas, e aponto para 2015 como o ano em que me vou estrear.

Quais os que gostava de ir?

Fala-se muito no Rock in Rio, mas para mim o Optimus Alive sempre teve melhor cartaz, por isso Optimus Alive é o meu preferido. Mas, porém, todavia, contudo quero ir ao Marés Vivas porque é o único "grande festival" do Norte onde tive muita pena de não ter ido ver os Placebo, para aí há 2 anos.

MaisMúsica IV

Hoje trago aqui Britney Spears, com o seu álbum de estreia Baby One More Time, e que corresponde a uma música com esse mesmo nome. Foi lançada em 1999 e foi um grande sucesso a nível mundial, mais uma vez pergunto quem nunca ouviu esta música?

 

MaisMúsica III

Hoje, deixo aqui um dos hits que marcou o Verão de 2002, sendo uma das músicas mais ouvidas nesse mesmo ano. Quem não se recorda de ouvir isto?

A curiosidade acerca desta música é a seguinte: "Whenever, wherever" foi a primeira música em inglês que a cantora Shakira protagonizou.

 

Praxes - a voz feminina e inexperiente

Ora, chegou a minha vez de falar das praxes. E sim, já sei que não percebo nada do assunto porque ainda não experimentei, mas vou dar a minha opinião com base naquilo que me dizem e que vejo.

Em primeiro lugar, antes da tragédia da Praia do Meco, eu já tinha uma opinião formada em relação às praxes. Lembro de, quando era mais nova, comentar com as minhas colegas e amigas que aquilo de que tinha mais medo quando fosse para a universidade eram as praxes. E isto porquê? Bem, porque ouvia pessoas mais velhas que já lá tinham chegado a dizer: "Tive que rebolar no lixo", "Tinha que dar três voltas nu/a a um prédio", "Tinha que comer pêlos de aranha enrolados com excrementos de mosca" (ok, esta última foi completamente inventada para aligeirar aqui a coisa). Eu ouvia tais coisas e pensava: mas afinal o que é aquilo?! E depois perguntava: e o que acontecia/acontece caso recusasses/recuses fazer o que te mandam? Lá me respondiam: se não fizesse/fizer sou excluída/o socialmente e deixo de ser convidada/o para as festas, tornando-me numa espécie de "forever alone". Eu cá pensava: sinceramente não sei o que é pior... mas hei de lá chegar (espero eu) para ver.

Agora, com toda esta polémica, eu penso que, realmente, as instituições, organizações, grupos e rituais não têm culpa daquilo que as pessoas fazem, mesmo que digam que seguem a sua ideologia. É o caso do cristianismo, por exemplo, que defende determinados valores; se uma pessoa matar outra e for cristã, a culpa é da religião? Não creio. O mesmo se passa com as praxes: inicialmente (e acho que agora também), tinham como finalidade integrar os caloiros, oferecer-lhes uma receção boa e enriquecê-los com algum tipo de aprendizagem. No entanto, há certos "Dux" que abusam do poder. Pensam que por "poderem" mandar alguém fazer algo, que podem pedir/exigir o que quiserem. Não acho que seja assim. E não me venham com tretas do género "Isto é preparação para o futuro" ou ainda "É preciso saber obedecer". Se nos mandarem atirarmo-nos de uma ponte, vamos, só porque nos mandam? Ganhem juízo e algum sentido crítico, por favor. Dizer que sim a tudo não faz de vocês obedientes nem sacrificados, mas sim imprudentes. Ainda por cima, a maior parte (não todos, como é óbvio) desses "Dux" são aqueles alunos que estão na universidade há mais anos (acho que se pode culpar a ignorância), a dar despesa ao Estado e sem qualquer tipo de produtividade. São estes que vão dizer aquilo que devemos seguir? Essas pessoas devem ser modelos e exemplos positivos, não o contrário. Claro que também compreendo que determinadas pessoas são influenciadas a concordar com as praxes devido à pressão social e, quanto a isso, não há muito a fazer a não ser maior controle e supervisão das atividades universitárias e extra. E é através disto mesmo que acho que se podem refomar as praxes. Elas devem continuar, sim, mas sob determinadas ideias e valores, e certos atos devem ser proibidos.

Para o ano (se tudo correr bem), é a minha vez. Espero poder participar alegre e voluntariamente.

 

Beijinhos e abraços,

Cláudia Araújo.

Maia Capital do Desporto 2014

Ontem, dia 8 de Fevereiro, decorreu a abertura oficial da Maia Capital do Desporto 2014. Tivemos a inauguração com uma cerimónia de pompa e circustância no complexo de ténis.

Mas nem tudo são rosas e é preciso ver que há muito a fazer pelo desporto na Maia. Posso-vos até dizer que, a nível de infraestruturas, nada foi feito para recuperar os erros de planeamento e de construção.

Como sabem, sou atleta do Vermoim, clube esse que tem sede na freguesia de Vermoim mas que, ao sábado, joga em Nogueira, à terça, treina no Castêlo e, à quinta, treina em Crestins. Os atletas deste clube, à terça, já pela terceira vez, não têm água quente para tomar banho e, para além disso, jogam num piso que se desmonta literalmente.

Atletas esses que, à quinta (e estando tempo de chuva), já pela sétima ou oitava vez, não têm treino, porque chove no pavilhão de Crestins. E quando digo chove é chover mesmo, não é cair umas gotas.

Atletas esses que, ao sábado, são mandados para Nogueira, para um sítio que nada lhes diz, para jogar num pavilhão onde não têm o apoio que deviam ter, visto encontrar-se a 35 minutos a pé da sede do Vermoim.

Temos um pavilhão municipal da Maia com todas as condições, mas lá jogam os meninos do ISMAI e, por isso, não existe vaga (sim, ISMAI que nada tem que ver com Vermoim). Ou quando não está o ISMAI, é porque vai lá uma exposição de karaté ou judo e acaba, como sempre, por recambiar a equipa de júniores do Vermoim para o pavilhão de Nogueira.

 

Hugo Silva

Mulheres ao ataque

Em primeiro lugar gostaria de agradecer o convite do Hugo Silva para partilhar opiniões aqui, porque a minha ideia era só corrigir/aperfeiçoar os textos dele (mania que os homens têm de distorcer tudo o que se lhes diz).

Seguidamente, quero dar a minha opinião relativamente à importância da existência de dois pontos de vista diferentes, vistos por pessoas de géneros diferentes que estão, em vários assuntos, em desacordo. Apesar de ser amiga do Hugo, adoro ser do contra. E não é só com o Hugo, é em geral. Mas é que com ele dá outra pica porque é rapaz e tem a mania de, em certos assuntos, ser machista. Ora, vamos todas para cima deles, meninas! Não sou feminista, mas defendo as mulheres quando tenho que o fazer. E é preciso admitir: o que seriam eles sem nós? (Vamos ignorar que eles também são importantes).

Desta forma me apresento e deixo uma ideia da minha intenção neste blog.

 

Beijinhos e abraços.

Cláudia Araújo

Nova colaboradora

A partir de hoje e como forma de dar um novo ar a este blog, o blog deixa de ser "unipessoal" e passa a ser uma "sociedade", teremos na mesma posts feitos por mim, mas também teremos posts da nova colaboradora e co-responsável pelo blog a Cláudia. Como forma de perceberem de quem são os textos, teremos textos assinados por mim ou assinados por ela (no final).

A ideia de colaborar surgiu da parte da Cláudia e foi prontamente aceite por mim, como forma de dar mais vida ao blog, seja em quantidade de posts seja em qualidade e diversidade de opiniões, permitindo assim que mais pessoas se identifiquem com este blog. 

Pág. 1/2