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Blog dos 300

Este blog surgiu como forma a poder comentar situações do quotidiano, sobre todas as áreas, e até sobre a minha vida. Resultante da parceria com 3 amigos da faculdade, também se comenta cinema e música.

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11 contra 11 - 5ª Jornada da Liga NOS

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photo.jpgA jornada 5 da Liga NOS trouxe duas grandes surpresas aos 3 grandes. O primeiro a entrar em campo foi o Futebol Clube do Porto, que nesta jornada teve como oponente o Tondela, do nosso conhecido Petit. Um jogo que na teoria seria bastante acessível, e deveria tê-lo sido se existem aspirações de serem campeões, no entanto revelou ser uma dor de cabeça para o clube azul e branco. Isto porque após 90 minutos os dragões não conseguiram ir além de um empate a 0. O jogo foi bastante morno, com as oportunidades de golo a surgirem apenas na 2ª parte e a primeira a ter pertencido ao Tondela. André Silva teve ainda duas oportunidades para resolver o encontro, mas falhou nas duas. Uma machadada nas aspirações portistas que podiam aproximar-se do topo da tabela se tivessem arrecadado os 3 pontos. O árbitro neste encontro cometeu dois erros: permitiu jogo duro do Tondela durante todo o encontro e cortou uma jogada de golo iminente ao Porto, quando Adrián Lopez seguia isolado para a baliza, por não dar a lei da vantagem. Por isso a nota para Hugo Miguel é 5.

 

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A segunda surpresa da noite de Sábado, a derrota do Sporting Clube de Portugal no Estádio dos Arcos frente ao Rio Ave. Após a brilhante exibição, apesar da derrota, frente ao Real Madrid no Santiago Bernabéu, todos esperavam um Leão de orgulho ferido pronto a dar a volta à situação e presentear os adeptos de futebol com mais uma boa exibição, o que acabou por não acontecer. Num jogo bem disputado de ambos os lados, mas com os leões a serem demasiado permissivos no que toca à defesa não houve surpresa quando os vila-condenses chegaram à vantagem por intermédio de Tarantini após um excelente desenho de ataque por parte da equipa de Capucho. O leão ficou atarantado e foi com naturalidade que ainda antes do intervalo a equipa do Rio Ave tenha chegado ao 2-0 e ao 3-0, por intermédio de Guedes e Gil Dias respetivamente. “Se o jogo tivesse 45 minutos, o nosso jogo teria sido perfeito”, afirmou Capucho e com razões para isso. No segundo tempo, Jorge Jesus apostou no ataque e, com a equipa vila-condense a tentar equilibrar-se e defender-se do caudal ofensivo do Sporting, conseguiu reduzir para 3 a 1 por intermédio de Bas Dost. Até ao fim o resultado não se alterou, permitindo assim ao Rio Ave a luta pela Europa e resultando num passo atrás nas aspirações do Sporting de manter a liderança isolado. O árbitro não teve influência no resultado, não tendo cometido erros. Noite tranquila de João Pinheiro, que lhe vale a nota 8.

 

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Por fim, Sport Lisboa e Benfica entra em campo na Luz para defrontar o Braga. O jogo começou com uma velocidade estonteante, com o Braga a ter duas claras oportunidades de abrir o marcador, por intermédio de Hassan que falha escandalosamente a baliza e na segunda Júlio César a ser imperial, defendendo o remate de Pedro Santos. Como se costuma dizer “quem não marca, sofre”, o Braga foi asfixiado pelo caudal ofensivo do Benfica, que teve grandes oportunidades de marcar e foi com naturalidade que o Benfica vencia por 1 a 0 ao intervalo, fruto de um golo de Mitroglou. Por esta altura o homem do jogo era Marafona, guarda-redes minhoto. A segunda parte começa igual a como terminou a primeira, com o Benfica a exercer bastante pressão ofensiva, com o Braga a não conseguir criar jogadas de perigo, e, portanto, o resultado viria a sofrer alterações, a favor do Benfica. O jogador do Benfica, Pizzi, numa jogada em que parte de fora de jogo, amplia o resultado para 2 a 0, com Mitroglou a dar a sentença final marcando o 3 a 0.  O Braga ainda reduziu através de um lance de bola parada, com Rosic a assinalar o resultado final de 3 a 1. O árbitro não teve grande trabalho, apenas a dúvida de uma suposta grande penalidade a favor do Benfica aos 70 e o erro do segundo golo do Benfica (fora-de-jogo) de Pizzi. Erros que não negam a supremacia do Benfica, que teve assim uma vitória justa. Nota 6 para Jorge Sousa.